Isto é apenas um começo...
Se somos velha geração, que assim seja! Se existe sentimento que une este grupo, sem dúvida ele é o ORGULHO! Somos mulheres e temos uma história. Chamem-nos de antiquadas e “esclerosadas” psíquicas mas, certo é que não vemos passar a nossa vida em formato digital! Uiii… e bem física que é a nossa vida!
Nada como juntar alguns elementos fundamentais da Ala de Irrecuperados do Júlio de Matos, e concluir, numa noite Terça-feira, que com eles se forma um núcleo invejável de recordações e vivências que muitos não se podem gabar de ter… ou mesmo nenhuns!
São horas infindáveis de anseios e receios, desejos e temores, sonhos e frustrações, desgostos e desilusões, mas sempre, e digo mesmo sempre acompanhadas com um suspiro de saudade sobre o tempo que já passou e não volta mais.
A noite avança, os risos surgem, o brilho esquizofrénico começa a pulsar nos nossos olhos… Estamos preparadas! Estamos certas que chegou a hora de retomar as nossas histórias! E assim inicia-se mais uma viagem ao tempo passado, quando todas vivíamos numa instituição absorvida em regras absurdas e ambíguas, e em sussurro partilhávamos a alma e saboreávamos a doce liberdade refugiadas num quarto, numa sala ou numa cozinha...
As histórias não são para ser contadas como pedaços soltos no evoluir do ponteiro do relógio, mas sim para serem partilhadas com aqueles que tem a humildade de assumir que ainda têm muito que aprender. Como nós!
Nada como juntar alguns elementos fundamentais da Ala de Irrecuperados do Júlio de Matos, e concluir, numa noite Terça-feira, que com eles se forma um núcleo invejável de recordações e vivências que muitos não se podem gabar de ter… ou mesmo nenhuns!
São horas infindáveis de anseios e receios, desejos e temores, sonhos e frustrações, desgostos e desilusões, mas sempre, e digo mesmo sempre acompanhadas com um suspiro de saudade sobre o tempo que já passou e não volta mais.
A noite avança, os risos surgem, o brilho esquizofrénico começa a pulsar nos nossos olhos… Estamos preparadas! Estamos certas que chegou a hora de retomar as nossas histórias! E assim inicia-se mais uma viagem ao tempo passado, quando todas vivíamos numa instituição absorvida em regras absurdas e ambíguas, e em sussurro partilhávamos a alma e saboreávamos a doce liberdade refugiadas num quarto, numa sala ou numa cozinha...
As histórias não são para ser contadas como pedaços soltos no evoluir do ponteiro do relógio, mas sim para serem partilhadas com aqueles que tem a humildade de assumir que ainda têm muito que aprender. Como nós!

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